5 locais pouco conhecidos, para visitar em Jaipur

Se há uma coisa que eu gosto de fazer nesta vida é explorar novos locais, e toda vez que descubro algo novo na cidade em que moro eu fico muito feliz. Sendo assim, venho compartilhar com vocês 5 locais da capital do Rajastão e região* que poucas pessoas conhecem e que vale a pena visitar:

  • Royal Gaitor: área onde os membros da família real do Rajastão eram cremados. Cada construção foi feita para a cremação de um dos corpos. É um local bem calmo e um pouco difícil de encontrar. Aconselho a contratar um motorista para um dia inteiro e avisá-lo com antecedência que gostaria de visitar este local, pois caso ele não saiba como chegar ele poderá pedir orientações antecipadamente. Dá para tirar fotos muito bonitas. Tome cuidado aonde for pisar, pois no centro destas construções bonitas é o ponto onde a família real foi cremada e é considerado falta de educação entre os indianos ficar tirando fotos e ficar em pé em certos espaços. A entrada é de apenas 20 rúpias;

Royal Gaitor – Foto por Camila Pimenta

  • Jawahar Circle: Se você precisa de uma localização bonita para fazer um photo shoot este é o local para você. Trata-se de um parque com uma construção belíssima na entrada, onde possui várias pinturas as quais contam um pouco da história de Jaipur. Não custa nada para entrar;

Jawahar Circle – Foto por Dilip Jhandewala

  • Panna Meena Ka Kund: fica bem próximo do Amber Fort. Antigamente era possível tirar algumas fotos nas escadarias, mas devido à alguns acidentes hoje em dia não é mais permitido. Os guardas que ficam o tempo todo no local não deixam você descer as escadarias. Aconselho a ir bem cedo até este local, tão bem como o Amber Fort. Não custa nada para entrar, e nem para tirar fotos – se alguém lhe cobrar alguma coisa você pede para mostrar onde que esta escrito a necessidade da cobrança (sim, infelizmente às vezes tem pessoas querendo tirar proveito de turistas);

Panna Meena Ka Kund

  • Sagar: Trata-se de um lago, e em fotos não dá para demonstrar a calma e a paz que traz em estar lá, quando visitamos após a época das monções – que é quando o lago esta cheio. Não é um ponto turístico imperdível, mas vale a pena visitar se você estiver morando na cidade. Não custa nada para entrar; e,

Sagar – foto por Camila Pimenta

  • Gyan Museum: É uma museu lindíssimo, com peças colecionadas pelo Sr. Gyan Chand Ji Dhaddha durante toda a sua vida. Foi fundado pelos filhos do Sr. Gyan, e foi aberto ao público recentemente, em homenagem ao pai que faleceu em 2004. Não custa nada para entrar, mas você precisa reservar com antecedência através do site deles. O ambiente é bem elegante e eles pedem para que não tirem fotos.

*quando comento acima “região” é porque Sagar e Panna Meena Ka Kund ficam em Amer, que é uma cidade que pertence à Coorporação Municipal de Jaipur, mas não ficam localizados em Jaipur precisamente. Porém ambos pontos turísticos ficam a menos de 20 Km do centro da capital.

Sobre o tempo que leva para visitar: dá para visitar todos estes locais em apenas um dia, com tranquilidade, se você começar bem cedo, e ainda parar para almoçar. 😉

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Como se locomover na Índia?

Se você já escutou histórias (no plural) sobre a Índia, com certeza entre elas esta a menção do trânsito caótico deste País. Por este motivo desde 2013 eu venho optado por não dirigir na terra do Gandhi, mesmo tendo habilitação Internacional AB, pois sabia das dores de cabeça que me traria caso acontecesse algum problema, além do nervoso diário que teria ao sentar atrás do volante – quem já veio para cá sabe do que eu estou falando…rs.

Bom, agora que compartilhei com vocês que não dirijo por aqui, fica a pergunta: mas como que me viro para ir de um local para outro?

Eu utilizo UBER, e quando ocorre algum problema no aplicativo ou estou em alguma cidade que o mesmo ainda não presta serviço (que são casos raros), eu utilizo o aplicativo OLA. Eles funcionam muito bem e possuem um custo benefício ótimo. Inclusive atualmente tenho utilizado às vezes o UBER POOL, onde compartilho a corrida com outras pessoas. O preço sai ainda mais em conta, mas não faço isto para economizar em dinheiro, mas sim porque recebi no final do ano passado um questionário onde continha algumas perguntas para uma pesquisa que tinha como intuito saber se a população obtinha consciência sobre a poluição que estava ocorrendo em Delhi e neste documento havia uma pergunta mais ou menos assim: “O que você esta fazendo para diminuir a poluição da sua cidade?”….eu respondi que eu não possuia um carro e que tentava usar meios de transportes públicos quando possível, mas daí me caiu a ficha que poderia fazer mais….enfim, este não é o tópico do post, mas achei legal compartilhar com vocês de qualquer forma. 😉

Voltando aos meios de locomoção…

Aqui na Índia eu preciso viajar bastante, ir de uma cidade para outra realizar conferência de mercadoria, e para isto eu contrato uma empresa de motoristas que conheço desde 2014. O JP é a pessoa responsável por organizar tudo para mim, e eu sempre entro em contato com ele por email ou por WhatsApp. O e-mail dele para contato é: jaitravelsindia@gmail.com.

Mesmo ele sendo um bom prestador de serviço eu aconselho a reforçar para ele todos os pontos necessários e indispensáveis para você, pois realizar uma viagem com um mal motorista é uma das piores coisas que pode ocorrer. Todos os motoristas desta empresa falam inglês e por isto eu sempre fecho com ele.

Para viagens mais longas eu sempre busco passagens àreas pelo site Make My Trip:

Para passagens de trens e de ônibus eu utilizo aplicativos do governo indiano para smartphone e é necessário ter um número local, pois eles mandam um SMS com OTP (one-time password) para confirmar a compra, além disto vale informar que não é possível comprar passagens para várias pessoas de uma vez só. Ou seja, caso você precise adquirir tickets para um grupo grande de viajantes é necessário ir atrás de uma agência de viagens, a qual possui autorização para adquirir em um mesmo roteiro várias passagens para apenas um grupo.

Dicas:

  • Se você for fazer uma viagem de carro de uma cidade para a outra eu aconselho a ir em algum mercado local, como por exemplo no Khan Market em Delhi, e adquirir alguns snacks, gatorades, àguas, bananas, mixiricas, pois às vezes os locais que o motorista for parar na estrada não haverá nada que vá agradar o seu estômago;
  • Você não precisa pagar o almoço do motorista no acordo que for fazer com este contato que passei acima, ou com nenhuma empresa de turismo que eu já tenha escutado falar, mas é costume dar uma gorjeta no final da prestação de serviço – eu costumo dar 200 rúpias por dia trabalhado; e,
  • Uma forma que os motoristas possuem para fazer mais dinheiro é levar turistas em locais onde os mesmos possam comprar produtos e os donos das lojas pagam comissões para aqueles que os trazem, sendo assim, lembre sempre aqueles que estão prestando serviço para você que isto é algo que não te agrada e que caso venha a acontecer o valor da diária não será paga.

Uffa, acho que é isto…texto longo…rs. Dúvidas? Me escrevam aqui…

Abraços e até o próximo post.

Como é voar pela Ethiopian Airlines?

Economizar no valor da passagem e também no conforto? Bom, era isto que eu pensava toda vez que tinha que adquirir tickets de ida ao Brasil – trajeto mais longo que costumo viajar.

Desde que vim para a Índia em 2013 eu já voltei para o meu querido País várias vezes e entre as companhias aéreas que eu utilizei estão: Etihad, Qatar Airways, South African Airways, American Airlines…pois sempre tinha um “pezinho” para trás quando via os preços da companhia Ethiopian Airlines, por ser bem mais em conta achava que o avião poderia não ser tão confortável.

Durante estes meus anos na Índia eu já escutei de tudo sobre esta empresa: serviço de bordo precário, aeroporto em Addis Ababa muito ruim, atendimento péssimo, malas que sumiram, malas quebradas…enfim, tudo o que um viajante detesta.

Porém, como gosto sempre de tirar as minhas próprias conclusões eu resolvi encarar uma viagem por esta companhia aérea no último mês e posso dizer que não me arrependi.

As passagens de ida e volta para o Brasil por esta empresa estava 85 mil rúpias, e em outras companhias aéreas começava com 110 mil rúpias, para o período que eu precisava, ou seja, para duas pessoas (eu e o Dilip) economizei 50 mil rúpias (cerca de 2,5 mil reais).

Para o trajeto Delhi <-> Addis Ababa o avião é mais simples, sem a tela de tv na frente do assento, mas se você tiver um smartphone você pode acessar alguns filmes com um serviço que eles chamam de ‘home.com’. Neste trajeto (6 horas e trinta minutos) foi oferecido uma refeição e um snack, além de passarem várias vezes com o carrinho de bebidas (vinhos, sucos, refrigerantes, água de coco, água, cafés).

Avião mais simples da empresa Ethiopian Airlines – Foto por Camila Pimenta

Já para o trajeto Addis Ababa <-> São Paulo (doze horas e trinta minutos) o avião foi super bom, com filmes ótimos, duas refeições e mais dois horários para snacks e as bedidas que passavam várias vezes.

Lógico que a comida não era excelente, mas para ser sincera nunca experimentei em avião uma comida muito boa.

Uma das refeições da companhia Ethiopian Airlines – Foto por Camila Pimenta

Kit amenity Ethiopian Airlines – Foto por Camila Pimenta

Um dos snacks da empresa Ethiopian Airlines – Foto por Camila Pimenta

Sobre o problema referente às malas:

Eu não tive problema nenhum, mas para me prevenir eu fiz algo que eu aprendi em um vídeo de Youtube – coloquei um papel pedindo para manusear minha mala com cuidado, e passei aquele plástico de proteção.

Mala empacotada para não ter problemas futuros…rs. Foto por Camila Pimenta

Sobre o aeroporto em Addis Ababa:

Sim, realmente ele é bem simples e não possui várias coisas básicas, como por exemplo bebedouros para tomarmos água, uma internet que funcione (eles oferecem a mesma, mas em nenhum momento funcionou), um local para que você possa sentar com seu laptop (work station). No banheiro faltava toalha para secar as mãos todas as vezes que fui utilizar e em alguns banheiros o cheiro não era agradável. Para a ida ao Brasil a conexão foi de uma hora e na volta foram 5 horas. Na ida eu nem reparei nestes detalhes acima, pois foi tudo bem corrido, mas na volta como tinhamos mais tempo estes pequenos detalhes fizeram falta, mas nada que me fizesse ficar estressada.

Um dos banheiros no aeroporto de Addis Ababa – Foto por Camila Pimenta

Ou seja, eu recomendo sim viajarem por esta empresa caso queiram/precisam economizar, mas se possível façam uma conexão curta em Addis Ababa.

Ah, e antes que me esqueça, eu achei os atendentes muito prestativos. Toda vez que precisava de algo as aeromoças sempre me atendiam muito bem.

Espero ter ajudado com este texto aqueles viajantes que procuram informações como esta. Qualquer dúvida me escrevam por aqui. 😉

Jaisalmer

Desde 2013 eu venho escutado coisas boas e negativas referentes a Jaisalmer, e por isto sempre fui deixando para depois o desejo de conhecer esta cidade.

Entre os pontos negativos estava o fato da distância entre Jaipur e Jaisalmer, a qual é grande – de trem o trajeto leva cerca de 14 horas.

Tendo em vista que apenas no mês passado o aeroporto em Jaisalmer foi inaugurado para o público, resolvi então conhecer o famoso deserto dourado, e posso já resumir que este não me decepcionou….bom, quero dizer…rs…tirando o fato de que o deserto é bem menor ao se comparar com o de Dubai, a cidade tem um charme que eu não tinha visto ainda na Índia, com ciganas e uma vida bucólica adorável.

Ciganas indianas – foto por Camila Pimenta

Como novamente eu não tinha muito tempo, eu fui em um dia para voltar no dia seguinte.

Cheguei na cidade pela manhã e um motorista do hotel que contratamos estava nos aguardando do lado de fora do aeroporto.

O hotel que contratei se chama Mystic.

Falei com o proprietário por telefone e passei para ele o que precisava, e ele me cobrou cerca de USD 86 por pessoa, estando incluso neste valor:

  • Nos buscar no aeroporto pela manhã;
  • Drink de boa vinda;
  • Deixar utilizarmos um quarto do Hotel para descansarmos/tomarmos banho;
  • Nos levarmos para o local onde ficariamos hospedados no deserto (falarei sobre o mesmo abaixo);
  • Parada em uma vila antiga de Jaisalmer;
  • Passeio de camelo;
  • Assistir dança folclórica típica do Estado do Rajastão;
  • Jantar indiano;
  • Café da manhã;
  • Água, chás e cafés inclusos a todo o momento;
  • Nos levar até o Forte de Jaisalmer quando estivéssemos de volta na cidade;
  • Deixarmos utilizar um quarto do hotel para descansarmos até o horário do nosso voo; e,
  • Nos levarmos até o aeroporto no horário do voo.

Foto de um dos quartos do hotel Mystic

O aeroporto de Jaisalmer, por ter aberto recentemente, é super pequeno e não possui ainda serviços de empresas de alimentação, por isto sugiro que não chegue ou vá embora com fome.

Sobre o local que ficamos hospedados no deserto – Quando conversei com o proprietário do Hotel ele me deu duas opções:

  1. Ficar hospedada literalmente no deserto, onde eu não teria nada ao meu redor, nem banheiro e camas – mas sim apenas passar a noite em um estilo de acampamento a céu aberto. Nesta opção o preço era ainda mais em conta;
  2. Ficar hospedada em uma tenda, com banheiro privado que incluia água quente. Quando conversei com ele eu não sabia que esta tenda não ficaria no deserto, mas sim próxima ao deserto – talvez tenha sido descuido meu não ter questionado isto detalhadamente…na hora que chegamos no local deu uma “decepçãozinha” pois não dava para ver o deserto e o local parecia mais um clube de campo…rs. Porém no final achamos até melhor, pois creio que a ventania da noite, tendo areia voando para todos os lados não teria deixado nós dormirmos bem.

Algumas fotos da nossa acomodação no deserto:

Foto do nosso quarto/tenda

Foto do nosso banheiro privado, dentro da tenda

Foto da nossa tenda, do lado de fora

Quando voltamos do deserto no dia seguinte nós fomos até o Forte, o qual achamos a estrutura e história incríveis!! Super voltaria para lá. Do Forte nós não teríamos tempo de irmos em mais nenhum local e por isto resolvemos voltar para o Hotel para tomar um banho e almoçarmos, para então seguirmos para o aeroporto….logo no final do almoço acontece o imprevisto: Nosso voo foi cancelado! Mantive a calma e liguei para a operadora da companhia aérea (a qual é a única que faz voos para Jaisalmer) e fui informada que o voo havia sido mesmo cancelado e que não tinha o que ser feito, e que a nossa única opção era ir no voo do dia seguinte ou cancelar a reserva.

Para não arriscar de ter o voo cancelado no dia seguinte novamente nós fomos atrás de voltarmos para Jaipur de trem – sim!! isto mesmo….algo que eu estava evitando de ter que enfrentar.

Compramos as duas últimas passagens e neste mesmo dia seguimos para Jaipur à meia noite. Ainda bem que fizemos isto, pois no dia seguinte o mesmo voo voltou a ser cancelado.

Por conta destas alterações no roteiro nós tivemos tempo de conhecer mais dois locais em Jaisalmer: Patwa Haveli e Gadisar Lake. Ambos são muito bacanas e vale a pena visitar.

Achei Jaisalmer super boa para fazer compras, principalmente dentro e próximo do Forte e encontrei por lá peças muito bacanas, que ainda não tinha visto em Jaipur.

Abaixo mais algumas imagens de Jaisalmer, para deixá-los com vontade de conhecer esta cidade…

Vendedores dentro do Forte

Dançarina do grupo folclórico do Rajastão

Pré adolescentes indianos que trabalham com os camelos após o horário escolar, para ajudar suas famílias.

Forte de Jaisalmer

Artesanatos

Já esteve em Jaisalmer? Se sim, me conte como que foi a sua experiência por lá. 🙂

Rishikesh

Rishikesh, cidade conhecida pelo Yoga e pelos Ashrams…fazia tempo que queria conhecê-la, e neste mês de Novembro finalmente tive o meu desejo realizado.

Para quem não sabe, há vários brasileiros(as) que vem para a Índia apenas para ficar hospedados(as) em Rishikesh por semanas, para aprenderem tudo sobre yoga e meditação.

Esta cidade fica a 240 Km de Delhi, mas de carro pode levar até 6 horas.
Eu decidi ir de carro para conseguir fazer uma parada em Haridwar (uma das cidades sagradas do hinduismo), que valeu muito a pena, e também para não ficar dependendo de trem ou ônibus, pois muitas vezes estes atrasam.

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Foto tirada por Camila em Haridwar – Novembro 2017

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Foto tirada por Camila em Haridwar – Novembro 2017

A empresa de carro que eu contratei me cobrou cerca de USD 150 para me buscar em Delhi, fazer uma parada em Haridwar, me deixar no Hotel em Rishkesh e retornar para Delhi no segundo dia, me deixando em uma estação de trem da capital – neste valor estava incluso: aluguel do carro, motorista, pedágios, gasolina, hotel para o motorista e alimentação do motorista. Só paguei separado os estacionamentos, caso houvesse.

Nesta cidade você ve muitos indianos se purificando nas águas do Ganges, mas pela água ser mais clarinha dá um efeito melhor, e em minha opinião conseguimos entender sem criticar as questões religiosas e rituais, que são muito parecido com o que vemos em Varanasi (porém por lá a sujeira é maior, e para ser sincera choca um pouco).

Em Rishkesh eu me hospedei no hotel Aloha on Ganges – tirando o fato de que eles cobravam a parte o café feito a máquina (durante o café da manhã) – eu gostei muito da recepção, quartos, e atividades que o mesmo oferecia. A diária não foi barata (cerca de USD 100), mas como eu tinha poucos dias, achei que valeria mais a pena, por conta da localização, do que ficar hospedada em locais mais afastado.

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Neste hotel eles ofereciam de graça caminhadas pela manhã pelo rio Ganges (com um guia), aula de Yoga (com professor), e duas vezes por dia tinha o horário do chá, com bolachas e snacks .

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Além destas atividades eu fechei com eles o passeio de rafting, que saiu por USD 18 por pessoa, sendo que eles te emprestavam uma roupa própria para esta atividade + te buscavam no hotel + 2 horas de passeio pelo rio ganges + de deixavam de volta no hotel, ou seja, achei super barato.

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No segundo e último dia fui assistir o ritual chamado Ganga aarti, que ocorre à beira do rio Ganges todos os dias, às 17:30. Eu já tinha assistido em Varanasi em 2015, mas neste dia havia tantas pessoas por lá que não tinha conseguido assistir do início ao fim, e em Rishikesh eu consegui ver todas as etapas.

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Foto tirada por Camila em Rishkesh – Novembro 2017

Eu adorei Rishikesh e na minha opinião é uma cidade que vale muito a pena conhecer. Tem muita natureza e as pessoas são super tranquilas.

Curiosidade: não encontramos por lá nenhuma bebida alcoólica e carne, nem mesmo ovos.

Infelizmente ainda ficou muita coisa para conhecer, pois tive pouco tempo, mas pelo menos agora tenho um motivo para voltar – espero que não demore tanto. 🙂